TÉVA · Sparkling Tea

Como se faz um espumante de chá 0%: o processo, do lote à bolha

3 min de leitura

Há um detalhe que quase ninguém repara quando abre uma garrafa de TÉVA: a bolha. Não é a bolha de um refrigerante nem a de um sumo gasoso. É uma bolha fina, persistente, de vinho, porque a base da TÉVA é mesmo vinho, desalcoolizado com rigor antes de conhecer o chá verde e os botânicos. Como é que isso se faz? Por partes, devagar: a videira, a cave, a chávena.

O vinho, primeiro

Tudo começa onde começaria qualquer espumante: uva, vinha, adega. A TÉVA não parte de uma base neutra de chá com açúcar e gás, parte de vinho verdadeiro, de castas plantadas e tratadas como em qualquer projeto de enologia em Portugal. É esse ponto de partida que explica por que motivo um espumante de chá 0% se comporta à mesa como um espumante: estrutura, acidez, corpo e memória de fruta, tudo já lá está antes do álcool sair.

Tirar o álcool sem matar o vinho

Retirar álcool a um vinho é uma operação delicada: calor e vácuo retiram o álcool, mas levam atrás compostos aromáticos que fazem o vinho parecer vinho, se o processo for mal tratado. Por isso a TÉVA trata esta etapa como o que é: a diferença entre um espumante de chá a sério e um sumo de uva com gás. O objetivo é um só, sair o álcool, ficar o carácter. Sai uma garrafa de 75 cl com 0,0% de álcool e com a assinatura organoléptica de quem a bebe sem dar pela ausência que à partida se estranhava.

O chá entra na receita

A base desalcoolizada não é ainda o produto final: é só o corpo. Segue-se a infusão, chá verde, botânicos naturais, em doses de receita, sem pressa nem extratos concentrados. O chá entra como ingrediente de topo, não como disfarce: é ele que dá o lado fresco, delicado e floral que se sente no fim de cada gole. É essa assinatura que faz um TÉVA Maracujá saber a maracujá, e um TÉVA Frutos Vermelhos a cereja e bosque, sem xaropes pesados por baixo.

Lote, reposo e garrafa

Chegados aqui, o resto é paciência e critério: a receita de botânicos ajusta-se por lote, prova-se, corrige-se, descansa, volta a provar-se. Quando o perfil está estável, engarrafa-se. Na versão com vinho (5% vol.), a segunda fermentação em garrafa é que traz a bolha fina e a pressão de espumante, como manda o método clássico. Rótulo claro: 75 cl, 0% ou 5%, dois sabores, zero açúcares quando é pedido.

É assim, sem atalhos, que um chá com bolhas passa a ser um espumante: com uva e critério de enólogo antes do chá, e processo de espumante depois dele. A garrafa no frigorífico do leitor é o fim de uma sequência de decisões humanas, e é a razão de haver quem jure que este 0% se comporta em tudo como um brinde. A prova é simples: abra, sirva, beba. Depois diga se não brindou.

Prova a TÉVA

Espumante de chá 0% à base de vinho desalcoolizado, produzido artesanalmente em Portugal. Dois sabores: Passionfruit e Redberries.

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TÉVA™ · Produzido em Portugal

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